Este sim! O melhor dirigente de todos os tempos. Sempre com muita coragem para enfrentar os jornalistas.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
Os Craques: Falcao
Radamel Falcao García Zárate (10 de Fevereiro de 1986) é um futebolista colombiano. Actualmente joga no FC Porto, em Portugal. O jogador também é convocado com frequência para defender a Seleção Colombiana. O FC Porto e o River Plate chegaram a acordo, com a mediação do empresário Marcelo Simonian, e a oficialização da contratação de Falcao. O contrato prevê um vínculo por 4 anos com o jogador. No seu primeiro ano a disputar a Liga dos Campeões, Falcao marcou 4 golos, sendo um deles de calcanhar ao Atlético de Madrid, ainda na fase de grupos. É actualmente o melhor marcador de sempre do FC Porto nas competições europeias, contabilizando 20 golos.
No ano passado, marcou um grande golo de pontapé de bicicleta ao Marítimo, num jogo a contar para a Liga Sagres.
Juventude
Com 7 anos de idade Falcao foi jogar para os Millonarios com o sonho de vir jogar para a Europa. Ele ficou 5 anos a jogar no clube colombiano e partiu para o River Plate onde jogou nos sub-20 do clube até aos dezanove anos, onde iria-se tornar profissional.River Plate
Aos 19 anos, Falcao torna-se professional no River Plate. Os adeptos argentinos dão a alcunha de El Tigre a Falcao pela sua rapidez, agilidade e habilidade. Em 2007 nas meias-finais da Taça Argentina os Argentinos Juniors fazem o 3-2 a um minuto do final. Os jogadores do River Plate já sabiam que iriam perder mas ainda tentaram e num contra-ataque perfeito, Falcao leva o jogo a prolongamento e a sua equipa ganha.FC Porto
A 8 de Julho de 2009 Falcao assina um contrato pelo FC Porto por 5 épocas com o custo de 3,9 Milhões de euros por 60% do passe, depois de ter sido dado como certo no rival Benfica. Falcao não conseguiu bater Óscar Cardozo na lista de melhores marcadores, somente por um golo.No dia 28 de Abril de 2011, marcou quatro golos (póker) ao Villareal CF numa espantosa reviravolta do FC Porto na Liga Europa (5-1, após 0-1 a perder ao intervalo), tornando-se, assim, no melhor marcador de sempre do Porto nas competições Europeias, com 20 golos.
Actualmente procura bater a marca de Liedson, ex-Sporting, que é o melhor marcador do século XXI em Portugal.
Títulos
- River Plate
- FC Porto
Novos campeôes europeus
O Futebol Clube do Porto é o novo campeão europeu, tendo batido e SC Braga por 1-0 com um golo do Falcao. Pelo caminho eliminou equipas como o Sevilha FC, o CSKA de Moscovo, o Spartak de Moscovo e o Villareal FC. Com esta vitória André Vilas-Boas tornou-se o treinador mais jovem a conquistar uma competição europeia. Parabéns ao Porto por esta grande vitória.

terça-feira, 17 de maio de 2011
As vinte máximas do karaté
. Karatedo wa rei ni hajimari, rei ni owaru koto wo wasuru na.
- Não esquecer que a prática do Karate-do se deve iniciar e terminar com uma saudação.
2. Karate ni sente nashi.
- No Karate não existe atitude ofensiva.
3. Karate wa gi no tasuke.
- O Karate está ao serviço da Justiça.
4. Mazu jiko wo shire, shikashite ta wo shire.
- Em primeiro lugar, conheça-se a si próprio e só depois os outros.
5. Gijutsu yori shinjutsu.
- O espírito é mais importante do que a técnica.
6. Kokoro wa hanata ni koto wo yosu.
- Liberte a sua mente.
7. Wazawai wa ketai ni shozu.
- O infortúnio é causado pela negligência.
8. Dojo no mi no karate to omou na.
- Não pense que o Karate se pratica apenas no dojo.
9. Karate no jugyo wa issho de aru.
- A aprendizagem do Karate é para toda a vida.
10. Arai yuru mono wo karateka seyo, soko ni myomi ari.
- Considere todas as coisas como Karate; assim verá a sua beleza.
11. Karate wa yu no goto shi taezu natsudo wo ataezareba moto no mizu ni kaeru.
- O Karate é como a água quente. Se não a aquecer continuamente, voltará a ser água fria.
12. Katsu kangae wa motsu na makenu kangae wa hitsuyo.
- Não pense que tem que ganhar. Pense antes que não deve perder.
13. Tekki ni yotte tenka seyo.
- Mude consoante o seu antagonista.
14. Tattakai wa kyo-jutsu no soju ikan ni ari.
- O combate depende do modo como é dirigido.
15. Hito no te ashi wo ken to omoe.
- Pense nas mãos e nos pés como se fossem espadas.
16. Danshi mon wo izureba hyakuman no tekki ari.
- Ao sair de casa, pense que o espera um milhão de inimigos.
17. Kamae wa shoshinsha ni ato wa shizentai.
- Posições formais para os principiantes. Posições naturais para os mais avançados.
18. Kata wa tadashiku jissen wa betsu mono.
- A prática formal deve ser perfeita; o combate verdadeiro é uma realidade diferente.
19. Chikara no kyojaku, karada no shinshuku, waza no kankyu wo wasaruna.
- Não esquecer o poder da força e do relaxamento, a expansão e a contracção do corpo, a lentidão e a rapidez da técnica.
20. Tsune ni shinen kufu seyo.
- Pensar sempre em aplicar estes princípios em todas as situações.
Os Craques: Eusébio
Nascido na então Lourenço Marques, hoje Maputo, capital da colónia portuguesa de Moçambique, ficou conhecido como Pantera Negra. Eusébio, como também é conhecido, é descendente de pai natural de Malange, província angolana situada no norte do país.
Desde cedo, Eusébio mostrou uma ligação muito forte ao chamado "desporto-rei", tendo mesmo entrado numa pequena equipa de bairro criada para as crianças se divertirem e passarem o tempo com uma ocupação útil. A equipa chamava-se "Os Brasileiros", em honra dos heróis das crianças, que actuavam na selecção "canarinha". A admiração pelos craques era tal que as crianças adoptaram como alcunhas, os nomes pelos quais eram conhecidos os internacionais da selecção sul-americana. No que toca a Eusébio, adoptou o nome de "Cid". Para muitos, Cid foi o grande craque da selecção brasileira "pré-Pelé", e jogava no meio-campo, essencialmente com uma função de criador de jogo.
Mais tarde, Eusébio procurou inscrever-se no clube "O Desportivo", mas não foi aceite, por causa de ter um problema no joelho. A vontade de jogar futebol falou mais alto do que o clubismo, por isso, dirigiu-se ao Sporting de Lourenço Marques. Tendo sido aceite nesta filial moçambicana do clube leonino de Lisboa, Eusébio jogou de leão ao peito até à sua ida para Portugal. Antes disso, chegou a ser indicado à equipa brasileira do São Paulo, após o ex-jogador do clube José Carlos Bauer, que havia participado dos Campeonatos Mundiais de 1950 e 1954, observá-lo em Lourenço Marques, em 1960.[1] O Tricolor Paulista, entretanto, desdenhou do investimento. Bauer então conversou com Béla Guttmann, que fora seu treinador no São Paulo, sobre o jovem. Guttmann já treinava o Benfica na época.[1]
O negócio da transferência do menino de 18 anos ficou então marcado pela polémica, devido à luta que houve entre os dois rivais de Lisboa para conseguir o passe do rapaz. O Sporting tinha tudo acordado com Eusébio e com o Sporting de Lourenço Marques. No entanto, os responsáveis benfiquistas, sabendo tratar-se de um diamante em bruto, foram buscar o jogador ao Aeroporto, encaminhando-o para a Luz. Desta forma, Eusébio acabou por assinar pelo Benfica, embora o seu destino sempre tivesse sido o Sporting. Ainda corria o ano de 1960. Logo na primeira época de camisola vermelha vestida, o "Pantera Negra" ajudou o Benfica a conquistar a sua segunda Taça dos Campeões Europeus consecutiva.
Eusébio e o Sport Lisboa e Benfica
Estátua de Eusébio, à porta do Estádio da Luz.
O Sporting Clube de Portugal não desistiu e voltou à carga, duplicando a oferta do Benfica, que acabou por pagar à mãe de Eusébio, Elisa Anissabene, 250 contos pela transferência. Os encarnados esconderam o rapaz de 18 anos numa unidade hoteleira em Lagos, Algarve, evitando que ele fosse comprado pelo Sporting, e assim seguraram o reforço.
Menos de uma semana passou e Eusébio regressou à capital e já era jogador do Benfica[2].
Estreou-se no Estádio da Luz a 23 de Maio de 1960, num jogo amigável contra o Atlético em que marcou 3 dos quatro golos do Benfica. As peripécias que se sucederam desde a sua chegada atrasaram a assinatura do contrato, o que iria impedir de estar presente em Berna, na noite do primeiro triunfo europeu do Benfica. A sua fama internacional vem do jogo da segunda final europeia do Benfica em 1962, contra o Real Madrid. Não só marcou dois golos como fez uma exibição de luxo com as características que o iriam tornar famoso: a velocidade estonteante e o remate fortíssimo.
O France Footbal considera-o já, nesse ano, o segundo melhor jogador do mundo. Os convites para jogar no estrangeiro obviamente surgiram. A Juventus oferece-lhe 16000 contos, em 1964, numa altura em que ganhava 300 contos no Benfica. A tentação era tão grande que o governo de então o envia para a tropa, não permitindo que se venda um tesouro nacional deste tamanho. O Benfica acabaria por lhe aumentar o salário para 4000 contos. No mundial de 1966 em Inglaterra, torna-se definitivamente uma estrela mundial, um digno rival de Pelé. O epíteto de "Pantera Negra" vai correr o mundo. A facilidade em marcar golos torna-o no melhor marcador do mundial com 9 golos, ajudando a levar Portugal ao terceiro lugar. Após o mundial, os italianos fazem uma nova oferta a Eusébio: 90000 contos… Quando parecia que desta vez nem o governo poderia impedi-lo de aceitar, surge a notícia que os clubes italianos deixam de poder contratar jogadores estrangeiros.
A carreira de Eusébio foi recheada de lesões, tendo sido operado 6 vezes ao joelho esquerdo e 1 ao direito. Nunca deixou de jogar, mesmo em condições dolorosas, até porque sabia que o Benfica dependia muito dele e que os espectadores não aceitariam bem a sua ausência. Realizaram-lhe uma festa de despedida, em Setembro de 1973, mas continuou ainda a jogar até 1979. Em 1975, aventurou-se nos EUA, mas ao fim de 5 meses estava de volta a Portugal. Jogou ainda pelo Beira-Mar e pelo União de Tomar.
Foi 1 vez campeão europeu e 3 vezes finalista europeu, ganhou 11 campeonatos nacionais e 5 taças de Portugal, recebeu 7 vezes a bola de prata, como melhor marcador do campeonato nacional e duas vezes a bota de ouro como melhor marcador europeu. Em toda a carreira marcou 733 golos em 745 jogos, de referir, que ao contrário de outros jogadores de fama internacional, Eusébio não contabilizou os golos realizados nas categorias de base, também de salientar, que, os golos marcados antes de Eusébio se transferir para o Sport Lisboa e Benfica, não estão contabilizados, o que significa que oficialmente para efeitos estatísticos a carreira de Eusébio, apenas começa após a sua transferência para o Sport Lisboa e Benfica, facto esse, que vem prejudicar a contagem oficial dos golos marcados pelo jogador.
Selecção Portuguesa
Estreou-se então na selecção portuguesa a 8 de outubro de 1961. Em 1966, vestindo a camisola das quinas, foi um dos principais protagonistas do Campeonato do Mundo jogado em Inglaterra. Com uma prestação fenomenal, Eusébio foi uma das principais armas portuguesas para uma das melhores campanhas internacionais de sempre. Logo no primeiro Mundial, Portugal chegou aos quartos-de-final, deixando pelo caminho equipas como a da Coreia do Norte (a grande surpresa do torneio, logo depois de Portugal), Hungria e Brasil (um dos principais favoritos, sendo que de entre uma equipa genial se destacava o número 10, Pelé). Portugal acabou por sair derrotado contra a equipa da casa, num jogo que ficou conhecido pelo "Jogo das Lágrimas", e que ficou marcado por contestações à organização do torneio. A marca de Eusébio no Mundial de 66 chegou ainda à lista dos melhores marcadores de golos, tendo ficado no topo da lista como o maior goleador da prova.Eusébio obteve a sua última internacionalização a 13 de Outubro de 1973. Em outubro de 1963 foi seleccionado para representar a equipa da FIFA no festival das "Bodas de Ouro" da "Football Association", no Estádio de Wembley.
Final de carreira
Já em final de carreira, Eusébio teve passagens rápidas e menos brilhantes por equipas menores, nomeadamente o Beira-Mar, União de Tomar, cinco equipas norte-americanas e uma equipa canadiana. Em 2004, foi eleito o melhor futebolista de Portugal dos 50 anos da UEFA e nas Premiações do Jubileu da entidade foi eleito o sétimo melhor jogador do século 20.Terminou a carreira em 1979, e actualmente faz parte da comitiva técnica da Selecção Nacional Portuguesa.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Os Craques: Jardel
Jogador formado nas escolinhas do Ferroviário, atuou pelo time principal deste clube em 1990. No ano seguinte, ainda atuando pelo Ferroviário, o centroavante brilhou nos juvenis e despertou o interesse do Vasco. Teve seu passe comprado por 27.500 dólares em 1993. O bicampeonato brasileiro de juniores e a conquista do Mundial Sub-21, na Austrália, pela seleção brasileira lhe renderam o primeiro contrato profissional. Seu irmão mais novo, George, chegou a jogar nas categorias de base do Vasco mas não foi aproveitado no time principal. Seu outro irmão, Júnior, iniciou a carreira futebolística também no mesmo clube que Jardel, chegou a atuar por várias vezes no time profissional.
Em 1993 foi artilheiro da Taça Belo Horizonte de Juniores com onze gols e da Copa São Paulo de Juniores com nove golos pelo Vasco, além de ser campeão carioca.
Na reta final do Campeonato Carioca de 1994, Jardel foi lançado titular em definitivo pelo técnico Jair Pereira após o falecimento do atacante Denner em um acidente de carro. Jardel fez o gol de empate contra o Flamengo que classificou o time para a final, foi artilheiro com dezessete gols, marcando os dois gols na final contra o Fluminense. No ano seguinte foi emprestado ao Grêmio e nele, ao lado de Paulo Nunes, formou a "dupla infernal".
Jardel caiu nas graças do técnico Felipão que montou um esquema tático especial para ele. Com o Grêmio conquistou o título mais importante de sua carreira, a Libertadores de 1995 e ele terminou como artilheiro da competição com doze gols. No ano seguinte sagrou-se campeão gaúcho e da Recopa sul-americana ao vencer o Independiente por 4-1 marcando o terceiro gol.
Para ficar com o jogador em definitivo, o Grêmio teria de pagar ao Vasco 1,2 milhão de dólares, valor considerado alto para a época. A diretoria do clube tricolor conseguiu arrecadar somente 10% do valor total e o artilheiro acabou sendo vendido ao Porto, não participando do titulo brasileiro em 1996.
Foi pelo Porto que Jardel conheceu os maiores êxitos desportivos da sua carreira. Foi vencedor da Supertaça Cândido de Oliveira na temporada 1996/97. Tricampeão português em 1996/97, 1997/98, 1998/99 e vencedor da Taça de Portugal em 1997/98 e 1999/2000. Os adeptos do Porto imortalizaram-no com a alcunha de "Super Mário". Foi quatro vezes artilheiro do Campeonato Nacional fazendo trinta gols em 31 partidas na temporada 1996/97, 26 em 30 partidas em 1997/98, 36 em 32 partidas na temporada 1998/99 e 38 também em 32 partidas na temporada 1999/00. Em torneios internacionais marcou quinze gols em 24 partidas nos quatro anos. Essa profusão de golos é em parte devida a simbiose estabelecida com o lateral esquerdo Drulovic.
Foi campeão da bota de prata em 1997, da bota de ouro em 1999, além do prêmio de maior goleador da Europa dado pela revista inglesa World Soccer. Ganhou a bota de bronze em 2000.
Transferiu-se para a Turquia na temporada 2000/2001, marcando cinco gols logo na estreia e se tornou artilheiro pelo Galatasaray marcando 24 gols em 22 partidas e sendo vice-campeão Nacional. Foi campeão da Supertaça Européia, mas por lesões e problemas pessoais e de adaptação não ficou muito tempo no clube.
Foi convocado onze vezes para a seleção brasileira jogando sete e marcando um gol contra a Tailândia.
Jogou no Sporting de 2001 a 2003, onde foi Campeão Português, vencedor da Taça de Portugal e da Supertaça em 2001. Marcou 42 gols em 30 jogos na temporada 2001/2002 sendo novamente bota de ouro. A sua passagem pelo Sporting, foi determinante para o clube vencer a tríplice coroa em Portugal (Campeonato, Taça e Supertaça).
Depois de uma época cheia de sucesso no Sporting , especulou-se muito acerca da sua transferência para um grande clube europeu. No entanto, essa tranferência não se veio a realizar. Entretanto, o jogador passou a ser desleixado, ganhando peso e perdendo a forma, acabando por, ao fim de oito temporadas, passar o título de melhor marcador para Fary, jogador do Beira-mar.
Em 2003 transferiu-se para o Bolton, onde jogou sete partidas.
Ainda em 2003 foi emprestado ao Ancona, onde jogou apenas quatro partidas e não convenceu a comissão técnica devido ao seu preparo físico.
Em 2004 tentou se transferir para o Corinthians chegando a aceitar a redução do salário. Mas acabou não sendo contratado novamente por causa da sua forma física do momento.
Acabou sendo emprestado ao Palmeiras no dia 30 de Abril de 2004. Porém não jogou nenhum jogo. Foi desligado do clube no final de Junho pois, após ser dispensado dos treinamentos para poder acompanhar o velório de sua avó, em Fortaleza, não entrou em contato com o clube paulista.
Em Julho de 2004, liberado do Bolton transferiu-se para o Newell's Old Boys onde jogou três partidas e foi campeão do Torneio Argentino de Abertura.
Em 2005 foi para o Deportivo Alavés, lider da série B da Espanha, mas não chegou a jogar pois ainda possuía contrato com o Newell até 30 de Junho, abandonando o clube espanhol no final de fevereiro do mesmo ano.
O atacante, então, treinou algumas semanas no Campo de Treirnamento do São Paulo para manter a forma.
Dia 20 de Agosto de 2005 o Nancy, lanterna do Campeonato Francês com quatro derrotas em quatro jogos, anunciou o interesse na contratação do atacante. Jardel chegou a treinar três dias com o pequeno clube francês mas em 30 de Agosto de 2005 foi anunciada a contratação do centroavante pelo Ankaraspor. Porém Jardel atrasou-se para viajar a Turquia e a equipe turca não conseguiu inscrever o atacante a tempo.
Dia 14 de Setembro de 2005 Jardel foi contratado pelo Goiás por três meses, contrato esse que poderia ser prolongado por mais um ano.
No dia 15 de Novembro o Goiás bateu o São Paulo por 3 a 0. Na segunda etapa, aos 32, Dodô recebeu livre na intermediária e tocou para Jardel que arrematou e fez gol.
Em 18 de Julho de 2006 Jardel foi apresentado como reforço do Beira-Mar para a temporada 2006-2007 da Primeira Liga Portuguesa. O seu regresso ao futebol português esteve em risco devido aos repetidos atrasos de Jardel que teve em apresentar-se no clube.
No dia 26 de agosto, jogou a primeira rodada da Liga Portuguesa. Aos 40 minutos, após cruzamento na área, Diakité e Jardel subiram para cabecear e o último estufou as redes no canto superior esquerdo do goleiro Rui Lima, assim fazendo lembrar os velhos tempos de matador.
A partida acabou empatada a dois gols, com Jardel rubricando uma partida aceitável e marcando um grande gol, daqueles que só estão ao alcance dos predestinados. Com seguidas contusões, acabou dispensado do clube.
Transferiu-se em janeiro de 2007 para o clube Famagusta. O clube cipriota que contratou Jardel terminou a temporada de 2006/2007 no terceiro lugar do campeonato. No clube, ele marcou três gols, o último deles na vitória por 1 a 0 frente ao AEL Limassol, na última rodada do campeonato cipriota. No dia 12 de Maio de 2007 o clube Famagusta sagrou-se vencedor da Taça de Chipre em futebol, Jardel juntou mais um título à sua carreira.
Em Agosto de 2007, Jardel assinou pelos United Jets, porém Jardel abandonou o clube em janeiro de 2008.
Em entrevista ao programa Esporte Espetacular em abril de 2008, Jardel revelou que estava usando cocaína. Talvez seja esse o motivo do jogador ter perdido o seu condicionamento físico. Nessa mesma entrevista, afirmou estar pronto para voltar a jogar e diz ter vontade de vestir a camiseta do Grêmio novamente. Nessa altura, a torcida pedia muito a sua volta.
No dia 1 de julho de 2008, acertou um contrato de cinco meses com o Criciúma, clube que revelou seu ex-treinador Felipão e competiu esta temporada na segunda divisão do campeonato brasileiro.
Estreou com a camisa do Tigre no dia 5 de agosto de 2008 em pleno Estádio Heriberto Hülse em Criciúma e, aos 23 minutos do segundo tempo, marcou o segundo gol do time na vitória de 3x2.[1]
No dia 1 de Fevereiro de 2009 Jardel é anunciado como novo reforço do Ferroviário
No dia 11 de Março de 2009 Jardel estreou no campeonato cearense, marcando um golaço na sua estreia. O Ferroviário Atletico Clube acabou por vencer o jogo pelo placar de 2 a 0.
No dia 30 de agosto de 2009 Jardel estréia com a camisa do América Footbal Club da Terceira Divisão do Ceará.
Em janeiro de 2010, Jardel foi anunciado como nova contratação do Flamengo (PI) com um contrato de duração de seis meses.
Em 29 de junho de 2010, assinou contrato por um ano com o Cherno More, da Bulgária.
Em dezembro de 2010, acertou com o Rio Negro de Manaus para a temporada 2011.[2]
Em 1993 foi artilheiro da Taça Belo Horizonte de Juniores com onze gols e da Copa São Paulo de Juniores com nove golos pelo Vasco, além de ser campeão carioca.
Na reta final do Campeonato Carioca de 1994, Jardel foi lançado titular em definitivo pelo técnico Jair Pereira após o falecimento do atacante Denner em um acidente de carro. Jardel fez o gol de empate contra o Flamengo que classificou o time para a final, foi artilheiro com dezessete gols, marcando os dois gols na final contra o Fluminense. No ano seguinte foi emprestado ao Grêmio e nele, ao lado de Paulo Nunes, formou a "dupla infernal".
Jardel caiu nas graças do técnico Felipão que montou um esquema tático especial para ele. Com o Grêmio conquistou o título mais importante de sua carreira, a Libertadores de 1995 e ele terminou como artilheiro da competição com doze gols. No ano seguinte sagrou-se campeão gaúcho e da Recopa sul-americana ao vencer o Independiente por 4-1 marcando o terceiro gol.
Para ficar com o jogador em definitivo, o Grêmio teria de pagar ao Vasco 1,2 milhão de dólares, valor considerado alto para a época. A diretoria do clube tricolor conseguiu arrecadar somente 10% do valor total e o artilheiro acabou sendo vendido ao Porto, não participando do titulo brasileiro em 1996.
Foi pelo Porto que Jardel conheceu os maiores êxitos desportivos da sua carreira. Foi vencedor da Supertaça Cândido de Oliveira na temporada 1996/97. Tricampeão português em 1996/97, 1997/98, 1998/99 e vencedor da Taça de Portugal em 1997/98 e 1999/2000. Os adeptos do Porto imortalizaram-no com a alcunha de "Super Mário". Foi quatro vezes artilheiro do Campeonato Nacional fazendo trinta gols em 31 partidas na temporada 1996/97, 26 em 30 partidas em 1997/98, 36 em 32 partidas na temporada 1998/99 e 38 também em 32 partidas na temporada 1999/00. Em torneios internacionais marcou quinze gols em 24 partidas nos quatro anos. Essa profusão de golos é em parte devida a simbiose estabelecida com o lateral esquerdo Drulovic.
Foi campeão da bota de prata em 1997, da bota de ouro em 1999, além do prêmio de maior goleador da Europa dado pela revista inglesa World Soccer. Ganhou a bota de bronze em 2000.
Transferiu-se para a Turquia na temporada 2000/2001, marcando cinco gols logo na estreia e se tornou artilheiro pelo Galatasaray marcando 24 gols em 22 partidas e sendo vice-campeão Nacional. Foi campeão da Supertaça Européia, mas por lesões e problemas pessoais e de adaptação não ficou muito tempo no clube.
Foi convocado onze vezes para a seleção brasileira jogando sete e marcando um gol contra a Tailândia.
Jogou no Sporting de 2001 a 2003, onde foi Campeão Português, vencedor da Taça de Portugal e da Supertaça em 2001. Marcou 42 gols em 30 jogos na temporada 2001/2002 sendo novamente bota de ouro. A sua passagem pelo Sporting, foi determinante para o clube vencer a tríplice coroa em Portugal (Campeonato, Taça e Supertaça).
Depois de uma época cheia de sucesso no Sporting , especulou-se muito acerca da sua transferência para um grande clube europeu. No entanto, essa tranferência não se veio a realizar. Entretanto, o jogador passou a ser desleixado, ganhando peso e perdendo a forma, acabando por, ao fim de oito temporadas, passar o título de melhor marcador para Fary, jogador do Beira-mar.
Em 2003 transferiu-se para o Bolton, onde jogou sete partidas.
Ainda em 2003 foi emprestado ao Ancona, onde jogou apenas quatro partidas e não convenceu a comissão técnica devido ao seu preparo físico.
Em 2004 tentou se transferir para o Corinthians chegando a aceitar a redução do salário. Mas acabou não sendo contratado novamente por causa da sua forma física do momento.
Acabou sendo emprestado ao Palmeiras no dia 30 de Abril de 2004. Porém não jogou nenhum jogo. Foi desligado do clube no final de Junho pois, após ser dispensado dos treinamentos para poder acompanhar o velório de sua avó, em Fortaleza, não entrou em contato com o clube paulista.
Em Julho de 2004, liberado do Bolton transferiu-se para o Newell's Old Boys onde jogou três partidas e foi campeão do Torneio Argentino de Abertura.
Em 2005 foi para o Deportivo Alavés, lider da série B da Espanha, mas não chegou a jogar pois ainda possuía contrato com o Newell até 30 de Junho, abandonando o clube espanhol no final de fevereiro do mesmo ano.
O atacante, então, treinou algumas semanas no Campo de Treirnamento do São Paulo para manter a forma.
Dia 20 de Agosto de 2005 o Nancy, lanterna do Campeonato Francês com quatro derrotas em quatro jogos, anunciou o interesse na contratação do atacante. Jardel chegou a treinar três dias com o pequeno clube francês mas em 30 de Agosto de 2005 foi anunciada a contratação do centroavante pelo Ankaraspor. Porém Jardel atrasou-se para viajar a Turquia e a equipe turca não conseguiu inscrever o atacante a tempo.
Dia 14 de Setembro de 2005 Jardel foi contratado pelo Goiás por três meses, contrato esse que poderia ser prolongado por mais um ano.
No dia 15 de Novembro o Goiás bateu o São Paulo por 3 a 0. Na segunda etapa, aos 32, Dodô recebeu livre na intermediária e tocou para Jardel que arrematou e fez gol.
Em 18 de Julho de 2006 Jardel foi apresentado como reforço do Beira-Mar para a temporada 2006-2007 da Primeira Liga Portuguesa. O seu regresso ao futebol português esteve em risco devido aos repetidos atrasos de Jardel que teve em apresentar-se no clube.
No dia 26 de agosto, jogou a primeira rodada da Liga Portuguesa. Aos 40 minutos, após cruzamento na área, Diakité e Jardel subiram para cabecear e o último estufou as redes no canto superior esquerdo do goleiro Rui Lima, assim fazendo lembrar os velhos tempos de matador.
A partida acabou empatada a dois gols, com Jardel rubricando uma partida aceitável e marcando um grande gol, daqueles que só estão ao alcance dos predestinados. Com seguidas contusões, acabou dispensado do clube.
Transferiu-se em janeiro de 2007 para o clube Famagusta. O clube cipriota que contratou Jardel terminou a temporada de 2006/2007 no terceiro lugar do campeonato. No clube, ele marcou três gols, o último deles na vitória por 1 a 0 frente ao AEL Limassol, na última rodada do campeonato cipriota. No dia 12 de Maio de 2007 o clube Famagusta sagrou-se vencedor da Taça de Chipre em futebol, Jardel juntou mais um título à sua carreira.
Em Agosto de 2007, Jardel assinou pelos United Jets, porém Jardel abandonou o clube em janeiro de 2008.
Em entrevista ao programa Esporte Espetacular em abril de 2008, Jardel revelou que estava usando cocaína. Talvez seja esse o motivo do jogador ter perdido o seu condicionamento físico. Nessa mesma entrevista, afirmou estar pronto para voltar a jogar e diz ter vontade de vestir a camiseta do Grêmio novamente. Nessa altura, a torcida pedia muito a sua volta.
No dia 1 de julho de 2008, acertou um contrato de cinco meses com o Criciúma, clube que revelou seu ex-treinador Felipão e competiu esta temporada na segunda divisão do campeonato brasileiro.
Estreou com a camisa do Tigre no dia 5 de agosto de 2008 em pleno Estádio Heriberto Hülse em Criciúma e, aos 23 minutos do segundo tempo, marcou o segundo gol do time na vitória de 3x2.[1]
No dia 1 de Fevereiro de 2009 Jardel é anunciado como novo reforço do Ferroviário
No dia 11 de Março de 2009 Jardel estreou no campeonato cearense, marcando um golaço na sua estreia. O Ferroviário Atletico Clube acabou por vencer o jogo pelo placar de 2 a 0.
No dia 30 de agosto de 2009 Jardel estréia com a camisa do América Footbal Club da Terceira Divisão do Ceará.
Em janeiro de 2010, Jardel foi anunciado como nova contratação do Flamengo (PI) com um contrato de duração de seis meses.
Em 29 de junho de 2010, assinou contrato por um ano com o Cherno More, da Bulgária.
Em dezembro de 2010, acertou com o Rio Negro de Manaus para a temporada 2011.[2]
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